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quando eu amo nenhum
tempo é suficiente:
arranho um a um dos limites,
me mordo de desdém dos prazos,
arranco os ponteiros com os dentes.
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quando eu amo nenhum
tempo é suficiente:
arranho um a um dos limites,
me mordo de desdém dos prazos,
arranco os ponteiros com os dentes.
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Todo tempo para amar é pouco!
ResponderEliminarMuito bom!